Finanças INC — 2019 → 2T26

🟢 OFICIAL · fonte: releases/DFs da própria companhia (pasta INC RELATORIOS B3) · gerado pela 7 em 24/07/2026 · R$ milhões salvo indicação
Receita 2025
R$ 561 M
Lucro 2025
R$ 76 M
Margem bruta 2025
32,3%
Dívida líquida 2025
R$ 86 M

Receita líquida (R$ M)

2812019224202045420214732022486202346220245612025

Lucro líquido (R$ M)

472019-402020302021612022462023582024762025

Margem bruta (%)

34,0%201914,0%202028,9%2021n/d202232,9%202331,5%202432,3%2025

Dívida líquida (R$ M)

107201914020201622021196202226220233002024862025

🟢 Green flags

Receita quase dobrou em 6 anos (R$ 281M → R$ 561M)

2025 foi recorde histórico (+21% a/a), com o lucro no maior nível de sempre (R$ 75,9M). A máquina de construir e vender funciona e cresce.

Margem bruta em recuperação e forte no fim de 2025

Do fundo do poço (14% em 2020) para ~32-40% ajustada em 2025 — 4T25 bateu 48,4%, recorde. Custos pós-pandemia normalizaram.

Desalavancagem corporativa agressiva

Dívida líquida corporativa caiu de R$ 300M (2024) para R$ 86M (2025) e R$ 53,8M no 2T26 — DL/PL de 0,19, o menor da história. Balanço saudável.

Virou geradora de caixa

Depois de anos queimando caixa, gerou R$ 35,5M operacional em 2025 e R$ 24,8M só no 2T26. Melhor 1º e 2º tri da história em caixa.

EBITDA em máxima (R$ 141M em 2025, margem 25%)

Rentabilidade operacional no melhor nível — quase 3× o EBITDA de 2019.

🔴 Red flags

Cresce por VGV lançado, mas as VENDAS travaram em ~R$ 435M

Vendas líquidas patinam em R$ 387-441M desde 2021, enquanto o VGV lançado explodiu (R$ 1 bi em 2023). Está estocando produto mais rápido do que vende → capital preso em obra.

A dependência de obra é o modelo — e é cíclica

Receita balança de R$ 224M (2020) a R$ 561M (2025) ao sabor do ciclo/custos. Zero receita recorrente amortece a queda. É exatamente a fragilidade que a tese do Gustavo resolve.

A 'desalavancagem' esconde a dívida de produção

A dívida líquida que caiu é a CORPORATIVA. O financiamento à produção subiu para R$ 450,9M (+20,6% a/a) no 2T26 — a alavancagem real segue alta, só mudou de bolso.

Distratos altos em anos ruins (R$ 77M em 2022)

A persona MCMV distrata quando aperta — em 2022 os distratos foram R$ 76,9M sobre R$ 388M de vendas líquidas (~20%). Risco de crédito da base é real.

Números reapresentados entre releases

O release de 2025 reapresenta 2024 com critérios diferentes (VGV, EBITDA). Ao levar número ao CEO/mercado, fixar a fonte e a base — a 7 já viu 3 versões de 'dívida'.

💡 Insights da 7

A história em 1 frase: sobreviveram à quase-morte de 2020 e se curaram no balanço — falta curar o MODELO

2020 (prejuízo R$ 40M, margem 14%) quase quebrou a empresa; 2021-25 foi reconstrução. Hoje o balanço está forte, mas a receita ainda depende 100% de vender e construir. O próximo salto não é operacional — é estrutural (recorrência).

O timing é perfeito PARA a tese, não contra

Com caixa gerando, dívida corporativa mínima e margem alta, a empresa TEM fôlego pra investir em estrutura financeira agora. Fintechizar em ano ruim seria desespero; fazer no auge é estratégia.

A carteira própria virou ativo estratégico crescente

Saldo de financiamento próprio subiu para R$ 270,5M (+23,6% a/a) no 2T26 — pós-chaves R$ 215M. É o combustível do FIDC, e está CRESCENDO. Quanto mais eles vendem direto, maior a joia.

As cessões RED continuam SEM desreconhecimento — coobrigação confirmada no balanço público

O ITR 2T26 diz: passivo de cessão R$ 35M mantido no balanço 'sem desreconhecimento do contas a receber'. Tradução contábil de 'com coobrigação': o risco nunca saiu de casa. Prova pública do argumento do FIDC próprio.

2T253T254T251T262T26
Receita líquida137182▲ 45122▼ 60155▲ 33183▲ 29
Lucro líquido1618▲ 129▲ 1115▼ 1320▲ 5
Margem bruta %38,3%34,9%▼ 348,4%▲ 1438,3%▼ 1042,6%▲ 4
VGV lançado167302▲ 135168▼ 134209▲ 4186▼ 123
Vendas líquidas83141▲ 58136▼ 5128▼ 8116▼ 12
Dívida líquida11496▼ 1886▼ 973▼ 1354▼ 19
Caixa3545▲ 1042▼ 343▲ 151▲ 8

O que MELHOROU tri a tri

Caixa: de queima a geração forte

-R$ 0,5M (2T25) → +R$ 9M (3T25) → +R$ 26,5M (4T25) → +R$ 22,9M (1T26) → +R$ 24,8M (2T26). Cinco trimestres de melhora consistente.

Dívida líquida corporativa despencou

R$ 113,6M (2T25) → R$ 53,8M (2T26). Cortou mais da metade em 1 ano. DL/PL de 0,46 → 0,19.

Patrimônio líquido crescendo

R$ 246,9M → R$ 280,5M em 4 trimestres, puxado pelo lucro retido.

Receita: melhor 2º tri da história

2T26 em R$ 183,3M (+33,9% a/a) — recuperou o pico depois da desaceleração sazonal do 4T25/1T26.

O que PIOROU tri a tri

Lançamentos despencaram no 2T26 (-48,7% a/a)

VGV lançado caiu para R$ 85,7M. A empresa diz que foi DELIBERADO (adiou ~R$ 668M de VGV pro 3T26) — mas concentra risco de execução num trimestre só. Vigiar o 3T26.

Margem bruta oscila muito trimestre a trimestre

48,4% (4T25) → 38,3% (1T26) → 42,6% (2T26). O 'recorde' de 48% do 4T25 não se sustentou — é mix e estágio de obra, não patamar novo.

EBITDA do 1T26 caiu forte (-38,6% t/t)

De R$ 39,2M (4T25) para R$ 24,1M (1T26) por mix e estágio de obras. Recuperou no 2T26 (R$ 42,6M), mas mostra a volatilidade do modelo dependente de obra.

Vendas líquidas de novo em queda no 2T26

R$ 141M (3T25) → R$ 116M (2T26). Vender segue sendo o gargalo, não construir.

Receita 1S26
R$ 338,0 M
1T26 154,7 + 2T26 183,3 · +recorde
Lucro 1S26
R$ 35,4 M
1T26 15,3 + 2T26 20,1
Dívida líq. corp. 2T26
R$ 53,8 M
DL/PL 0,19 — mínima histórica
Geração de caixa 1S26
R$ 47,7 M
melhor 1º e 2º tri de sempre
Carteira própria
R$ 270,5 M
+23,6% a/a · pós-chaves R$ 215M
VGV represado p/ 3T26
~R$ 668 M
lançamentos adiados do 2T26

Leitura 2026

2026 é o ano do balanço curado — e da aposta represada

1S26 fechou com receita recorde, caixa forte e a menor dívida corporativa da história. Mas a empresa segurou lançamentos deliberadamente e jogou ~R$ 668M de VGV pro 3T26: o ano inteiro se decide no 2º semestre.

A carteira própria cresce mais rápido que tudo

R$ 270,5M (+23,6% a/a) — o ativo que a tese do Gustavo monetiza está engordando sozinho. Cada trimestre sem FIDC próprio é spread doado sobre uma base maior.

🟢 2026

Menor dívida corporativa da história (DL/PL 0,19)

Covenant de 1,00 cumprido com folga enorme. A empresa tem capacidade de balanço para estruturar o braço financeiro AGORA.

Despesa financeira caiu 71,3% a/a

Migração de encargos para custo capitalizado (R$ 22,1M no 2T26) — o resultado respira melhor.

Receita e caixa recordes no 1S26

Melhor 1º e 2º trimestre da história em ambos. Operação no melhor momento desde o IPO.

🔴 2026

Tudo apostado no 3T26 (~R$ 668M de VGV represado)

Adiar lançamento é escolha, mas concentra risco de vendas/execução. Se o 3T26 não entregar, o ano vira.

Financiamento à produção em R$ 450,9M (+20,6% a/a)

A alavancagem que importa (produção) subiu. A 'desalavancagem' é só corporativa — a leitura do CEO tem que ver os dois números.

Cessões com coobrigação seguem no balanço (RED/Redasset)

Passivo de cessão R$ 35M sem desreconhecimento = risco retido, spread entregue. Cresceu vs R$ 23,2M em dez/25. O problema que o FIDC próprio resolve está piorando.

🔵 Leitura da 7 (scoring de oportunidade) sobre dado 🟢 OFICIAL: carteira por regional jun/26 (dashboard cobrança) + empreendimentos mai/26 + crescimento da carteira própria (ITR 2T26). Não é meta fechada — é onde atacar primeiro, por produto.

Carteira por cidade × inadimplência (jun/26)

Juiz de Fora (42%)
R$ 95M
inad 7.2% · liq 61% · a vencer R$ 84M
Uberaba (24%)
R$ 53M
inad 9.6% · liq 66% · a vencer R$ 48M
Uberlândia (17%)
R$ 38M
inad 10.6% · liq 60% · a vencer R$ 34M
S.J. Rio Preto (11%)
R$ 24M
inad 4.2% · liq 82% · a vencer R$ 23M
S.J. Campos (7%)
R$ 15M
inad 3.0% · liq 83% · a vencer R$ 15M

Onde cada produto recorrente cabe (🔵 scoring da 7)

Cidade💳 Cartão🏠 Consórcio🛡️ Prestamista🔄 Reneg.
S.J. Campos
Alto
Médio
Médio
Baixo
S.J. Rio Preto
Alto
Médio
Médio
Baixo
Juiz de Fora
Médio
Alto
Alto
Alto
Uberaba
Baixo
Alto
Alto
Médio
Uberlândia
Baixo
Alto
Alto
Alto
S.J. Campos
Melhor pagador da rede (2,95% inad · 83% liquidez). É ONDE o cartão de crédito INC nasce sem risco. Carteira pequena (R$15M) = piloto ideal, downside mínimo.
S.J. Rio Preto
2ª melhor praça (4,19% inad). Cartão + consórcio de 2ª carta. Escala maior que SJC (R$24M).
Juiz de Fora
42% da carteira E pior liquidez (61%). NÃO é praça de cartão amplo. É PRESTAMISTA (protege R$83,5M a vencer) + RENEGOCIAÇÃO (destrava R$11,2M) + CONSÓRCIO (recorrência sem risco). Onde mora o maior R$ da missão.
Uberaba
Inadimplência alta (9,6%). Cartão = risco. Foco: prestamista (protege R$48M a vencer) + consórcio + renegociação.
Uberlândia
Pior inadimplência (10,6%) e liquidez (60%). Zona vermelha de crédito → só cartão pré-pago/débito. Praça-alvo de PRESTAMISTA + RENEGOCIAÇÃO agressiva.

Playbook por produto (onde lançar primeiro)

💳 Cartão de crédito
📍 SJC + Rio Preto (inad <4,5%, liquidez >82%) · alvo: ~R$37M de carteira 'bom pagador'

Crédito rotativo SÓ pra quem paga. Igual banco: o lucro do MCMV não vem de dar cartão ao mau pagador — vem de cartão pro bom pagador + seguro pro resto. Nas praças ruins (Uberlândia/Uberaba), só pré-pago/débito (a QI Tech faz).

🛡️ Seguro prestamista/residencial
📍 JF + Uberaba + Uberlândia (as 3 de maior risco) · alvo: protege ~R$166M a vencer

O produto nº1 da missão. Protege o recebível (morte/desemprego → seguro paga a parcela = carteira defendida) E gera fee recorrente SEM risco atuarial (INC = estipulante). É o que os bancos mais crescem (Santander seguros +113% a/a). Deveria ser o 1º produto financeiro do app, não o último.

🏠 Consórcio (Ademicon white-label)
📍 JF + Uberaba + Uberlândia forte; 2ª carta em SJC/Rio Preto · alvo: toda a base

O cliente que NÃO pega cartão pega consórcio (poupança forçada, zero risco de crédito p/ INC). Recorrência capital-light. Cross-sell de 2º imóvel pro bom pagador. Já é fase 2 do roadmap (4T26).

🔄 Renegociação digital / antecipação
📍 JF + Uberlândia (pior liquidez) · alvo: destrava ~R$14,9M em atraso

Onde a liquidez é pior e a massa de atraso é maior. Cada real recuperado vira lastro melhor pro FIDC. Já é o app v1 — só falta a equação do Flávio virar código.

Mapa de risco por empreendimento (jun/26 · cross-check ✅)

✅ Cross-check 24/07 no dashboard vivo do Flávio (jun/26, 78 empreend.). A lista de % inadimplência que estava aqui (maio: Yuni 89%, Marilândia 48%) NÃO batia — era métrica/base diferente. Abaixo, o dado vivo. 'Taxa inad' = liquidez (vencido não pago ÷ vencido), por isso empreend. novo/pequeno com tudo a vencer aparece alto; por isso pondera-se por R$.

Concentração de risco

🚨 Park Espanha (Uberlândia) = maior concentração de risco isolada: R$22,84M de carteira (10,2% do total), taxa inad 15,35%, R$1,75M em atraso. Um único empreendimento carrega 1/10 da carteira — e na pior praça de crédito.

Pior % inadimplência (carteira morta / atenção)
Reserva Pôr do Sol (R$12,3M)
22.35%
Reserva JK (R$12,4M)
21.43%
Park Jardim Norte (R$2,3M)
18.28%
Park Realeza (R$2,9M)
17.37%
Park Espanha (R$22,8M)
15.35%
Unique Grama (R$2,9M)
14.75%
Park Marilândia (R$2,2M)
12.98%
Maior exposição em atraso (R$)
Park Espanha · Uberlândia
R$ 1.75M
Reserva Pôr do Sol · Uberaba
R$ 1.35M
Reserva JK · JF
R$ 1.31M
Millennium Residence · JF
R$ 1.22M
São Pedro Life · JF
R$ 1.16M

A joia crescendo — carteira própria (+23,6% a/a)

mai/26 (saldo atual)
R$ 263.9M
2T26 (fin. próprio)
R$ 270.5M
Leitura
Cada mês sem FIDC próprio = spread doado sobre base MAIOR

💡 Insights de missão

Segmentar por cidade é a diferença entre lucro e inadimplência

Cartão não é pra base — é pra ~15% dela. SJC+Rio Preto (R$37M de bom pagador) recebem crédito rotativo; Uberlândia/Uberaba recebem prestamista + consórcio. Dar cartão igual pra todo mundo = importar a inadimplência de 10% pro balanço da fintech.

Juiz de Fora decide a missão (42% da carteira, pior praça)

O maior R$ está na pior praça. Não se ganha JF com cartão — ganha-se com PRESTAMISTA (protege R$83M a vencer) + RENEGOCIAÇÃO (destrava R$11M) + CONSÓRCIO. Um produto por dor, não um produto pra todos.

Prestamista é o quick-win de recorrência mais limpo

Protege ~R$166M a vencer nas 3 praças de risco, gera fee SEM risco atuarial (INC estipulante) e é o produto que mais cresce nos bancos. Pela lógica do benchmark (o lucro orbita o financiamento), deveria ser o 1º do app — não o consórcio, não o cartão.

A carteira própria cresce 23,6% a/a — cobrança e FIDC são a mesma missão

R$270,5M e subindo. Cada ponto de inadimplência que a renegociação digital recupera vira lastro melhor pro FIDC. A joia engorda sozinha; a missão é parar de doar o spread dela.

Reputação vira inadimplência — AT é política de crédito

Park Marilândia: taxa de inadimplência de 12,98% (acima da média de 7,4%) E fissuras/reclamações no Reclame Aqui. O cliente não paga o que está quebrado — reputação vira inadimplência. Cross-check jun/26 corrigiu o número (maio dizia 48%, métrica diferente), mas a ligação AT↔carteira se mantém: o app que resolve garantia melhora a carteira.

Park Espanha sozinho = 10% da carteira, em Uberlândia (pior praça)

R$22,84M num só empreendimento, taxa inad 15,35%. É onde prestamista + renegociação digital têm o maior ROI unitário da rede. Se algum piloto de produto financeiro nasce fora de SJC, nasce aqui — o risco já está concentrado, a defesa (seguro) e a recuperação (reneg) valem mais.

🔵 Estudo da 7 sobre dado 🟢 interno: BASE REPORT JUNHO 2026 (livro de parcelas da carteira própria — 929.508 parcelas · 20.061 contratos · 83 empreendimentos · data-base 30/06/2026). Perímetro = parcelas do pró-soluto/carteira própria (a vencer ≈ carteira viva do dashboard de cobrança ✅); não é o extrato unificado de R$ 3,97 bi usado na página Carteira & Inadimplência — os dois convivem, bases diferentes. Números ✅ computados desta base; ⚠️ = referência de mercado de memória, confirmar na fonte indicada.

Contratos ativos
9.208
de 20.061 no livro · 10.709 quitados · 144 distratos
A vencer (ativos)
R$ 204,5 M
valor original das parcelas futuras
Vencido em aberto
R$ 42,1 M
78,7% disso tem > 1 ano
Fluxo mensal da carteira
R$ 3,6 M/mês
soma dos tickets mensais dos ativos
Segmento A+
4.209
45,7% dos ativos · paga em dia ≥95% das vezes
Clientes quitados
10.709
base de home equity / consórcio 2ª unidade

Como o estudo classifica (régua A+ → E)

Cada contrato foi reclassificado parcela a parcela. Duas medidas mandam: pontualidade (das parcelas que ele já pagou, quantas pagou em dia) e vencido em aberto (parcela vencida e não paga, pelo bucket de aging mais antigo).

pontualidade = parcelas pagas em dia (PG NO VENCIMENTO + PG ADIANTADO) ÷ parcelas pagas
A+  = zero vencido aberto  e  pontualidade ≥ 95%
A   = zero vencido aberto  e  pontualidade ≥ 80%
B   = zero vencido aberto  e  pontualidade < 80%   (paga, mas atrasando)
C   = vencido aberto até 90 dias   (atraso operacional — recuperável)
D   = vencido aberto 91–365 dias   (atraso grave — zona da renegociação)
E   = vencido aberto > 1 ano       (crônico/cristalizado — cobrança ativa/jurídico)

A régua de 95%/80% é convenção da 7 (padrão de mercado seria behaviour score con­tínuo); os buckets seguem o aging do próprio relatório (A- 1–30d … I- >5 anos). Espelha a lógica de perda esperada da Res. CMN 4.966/2021 ✅ (estágios por atraso), sem ser provisão contábil.

A pirâmide da carteira (jun/26) ✅

Tiercontratos% ativosa vencervencido abertofluxo/mêsticket mediano
A+ · paga em dia sempre4.20945,7%R$ 111,3 MR$ 2,0 MR$ 429
A · paga em dia quase sempre7548,2%R$ 15,6 MR$ 292 milR$ 355
B · paga, mas atrasando4334,7%R$ 9,2 MR$ 170 milR$ 342
C · vencido ≤ 90 dias1.12712,2%R$ 29,6 MR$ 1,7 MR$ 466 milR$ 397
D · vencido 91–365 dias92810,1%R$ 22,8 MR$ 6,9 MR$ 361 milR$ 384
E · vencido > 1 ano1.75719,1%R$ 16,0 MR$ 32,9 MR$ 309 milR$ 283
Ativos (total)9.208100%R$ 204,5 MR$ 41,6 MR$ 3,6 M
Quitados · Distratos10.709 quitados (53% do livro — prova de que a persona MCMV termina de pagar) · 144 distratos
A+ + A + B = 5.396 contratos com zero vencido (58,6% dos ativos) e R$ 136,1 M a vencer

A leitura que muda o jogo: a maioria da carteira ativa está rigorosamente em dia. O problema de inadimplência da INC não é "a base é ruim" — é um estoque antigo concentrado (R$ 33,2 M com mais de 1 ano) mais um fluxo novo pequeno (R$ 1,8 M com até 90 dias). Produto de crédito se desenha para os 5.396; cobrança se desenha para o estoque.

Pontualidade — o "score" que a base já entrega ✅

paga 100% em dia
3.959
90–99% em dia
1.355
80–89% em dia
954
70–79% em dia
618
60–69% em dia
478
50–59% em dia
310
40–49% em dia
141
30–39% em dia
69
20–29% em dia
29
10–19% em dia
7
0–9% em dia
19

7.939 contratos ativos com histórico de pagamento. 5.314 (66,9%) pagam ≥90% das parcelas em dia — é o behaviour score interno que nenhum bureau vende: só a INC sabe quem são. LGPD (Lei 13.709/2018 ✅): usar esse dado para oferta própria cabe em legítimo interesse; ceder a terceiro exige consentimento.

Onde mora cada tier — praça a praça ✅

PraçaA+ABCDE% A+ dos ativosa vencer A+
Juiz de Fora1.5693762465784471.323
34,6%
R$ 40,3 M
Uberaba1.07415995270259245
51,1%
R$ 27,4 M
S.J. Rio Preto6855728716954
71,1%
R$ 17,3 M
Uberlândia51212856178122127
45,6%
R$ 15,1 M
S.J. Campos36934830318
76,9%
R$ 11,2 M
S.J. Campos · S.J. Rio Preto
As praças-cartão confirmadas no contrato a contrato: 76,9% e 71,1% de A+ — mas são bases pequenas (369 e 685 contratos). Piloto, não escala.
Uberaba — o bolsão escondido
A praça é "vermelha" na média, mas tem 1.074 contratos A+ (R$ 27,4 M a vencer) — 2º maior estoque A+ da rede. A média da praça esconde o bolsão: Reserva Aurora (264 A+), Pôr do Sol (280 A+).
Juiz de Fora — os dois extremos
Maior estoque A+ em R$ (R$ 40,3 M a vencer, 1.569 contratos) E maior estoque crônico (R$ 22,1 M vencido >1 ano em 1.323 contratos). Não é uma praça — são duas dentro do mesmo CEP.
Uberlândia
45,6% A+ — pior mix da rede junto com JF. Park Espanha puxa: 318 A+ de 581 ativos, mas também R$ 2,1 M vencido. Débito/pré-pago + prestamista + renegociação.
A regra que o estudo A+ adiciona ao playbook da aba Oportunidades

O scoring por cidade (aba 🎯) está certo na direção — mas o corte operacional certo é por CONTRATO, não por praça. Elegibilidade de cartão/crédito = tier A+ individual, em qualquer praça (inclusive os bolsões de Uberaba); praça só define o DEFAULT do produto (onde A+ é minoria, o app abre em débito + seguro + renegociação).

Safra: a carteira A+ é jovem — e o crônico é herança ✅

Ano da vendaA+A/BC/D (em atraso)E (crônico)quitados
201556595486
2016271288374
201751439183926
201860901162591.388
2019871081502761.328
202054981281931.412
20211751632302161.632
20224922113101471.093
2023589177256150568
2024910152358116494
20259691273468530
2026861311030141

90,8% do A+ foi vendido de 2022 em diante; 74,6% do crônico é venda de 2015–2021. A política de crédito/cobrança pós-2022 mudou o mix — o estoque ruim é herança, não produção corrente. Implicação de modelagem: PD por safra, não PD média (vintage analysis — mesma lógica dos releases de bancos).

Anatomia do vencido em aberto — aging ✅

A- 1–30 dias (657 ctr)
R$ 1,0 M
B- 31–90 dias (511 ctr)
R$ 0,8 M
C- 91–180 dias (398 ctr)
R$ 1,3 M
D- 6 m–1 ano (587 ctr)
R$ 5,9 M
E- 1–2 anos (488 ctr)
R$ 7,1 M
F- 2–3 anos (319 ctr)
R$ 6,7 M
G- 3–4 anos (207 ctr)
R$ 4,5 M
H- 4–5 anos (186 ctr)
R$ 3,8 M
I- > 5 anos (577 ctr)
R$ 11,0 M

Total R$ 42,1 M vencido não pago. Fresco (≤90d) R$ 1,8 M · médio (91d–1a) R$ 7,2 M · crônico (>1a) R$ 33,2 M = 78,7%. Na régua de perda esperada (Res. CMN 4.966/2021 ✅, conceito), o crônico já estaria ~100% provisionado: recuperar qualquer fração dele é upside puro, e a régua de cobrança digital deve ser desenhada para o fresco não virar crônico (a rolagem C→D→E é a métrica-mãe da renegociação).

O atraso já é um produto — só que sem gestão ✅

Baixas pagas em atraso
10,4%
40.985 de 395.669 parcelas pagas · R$ 42,4 M pagos com atraso
Multa + mora já recebidas
R$ 1,2 M
no acumulado do livro (multa R$ 1,0 M + mora R$ 0,3 M)
Multa + mora acruadas no vencido
R$ 10,0 M
embutidas no estoque em aberto
Juros contratuais recebidos
R$ 5,7 M
em 101.727 parcelas — exceção, não regra
Encargo de atraso (contrato imobiliário, CDC art. 52 §1º — Lei 8.078/90 ✅):
  multa ≤ 2% do valor da parcela  +  mora 1% a.m. pro rata  +  correção

Exemplo na parcela mediana ativa (R$ 429):
  30 dias de atraso → multa R$ 8.59 + mora R$ 4.29 ≈ 3% da parcela
Na régua real da base: 10,4% das baixas atrasam (R$ 42,4 M pagos com atraso)
  → receita de encargos já realizada no livro: R$ 1,2 M ✅ (+ correção R$ 8,5 M)

É exatamente aqui que a taxa por renegociação (aba vazia no quant-quali ⚠️ a modelar) se pluga: o cliente já paga encargo hoje, só que no balcão e sem régua. Levar para o app (CPF → dívida → acordo → boleto novo) transforma encargo em produto: fee de conveniência R$ 10–15/acordo + manutenção da multa/mora dentro do teto do CDC. ⚠️ Divergência a fechar com o Flávio: a régua dele cita 23,7% das baixas em atraso (extrato unificado); neste livro (carteira própria) a fatia é 10,4% — perímetros diferentes, não usar os dois números juntos.

Runway do recebível — o lastro do FIDC ✅

Vencimentode contratos adimplentes (A+/A/B)de contratos em atraso (C/D/E)total
2026 (2º sem)R$ 18,6 MR$ 10,6 MR$ 29,8 M
2027R$ 30,4 MR$ 15,0 MR$ 46,4 M
2028R$ 26,7 MR$ 12,8 MR$ 40,4 M
2029R$ 23,2 MR$ 11,2 MR$ 35,2 M
2030R$ 18,4 MR$ 8,5 MR$ 27,6 M
2031R$ 11,5 MR$ 5,4 MR$ 17,5 M
2032R$ 4,9 MR$ 2,7 MR$ 7,7 M

Fluxo a vencer de contratos hoje adimplentes, 2026–2031: R$ 128,9 M. É a fatia da carteira que um FIDC (Res. CVM 175/2022 ✅) aceita como lastro sênior sem discussão — originada, performada e com behaviour comprovado. O custo mínimo do fundo já está cotado na planilha banco digital (Hinov: R$ 33 mil/mês + estruturação R$ 35 mil ✅ planilha): sobre R$ 128,9 M de lastro, o custo fixo de 24 meses (~R$ 827 mil) é ~0,6% do estoque — o FIDC se paga com pouco mais de 1% de spread.

Os produtos que ainda estamos atrás — dimensionados pela base ✅

Status no quant-quali-orç: já modelados ✅ marketplace (EBITDA R$ 81,5 mil/mês), AT estendida (R$ 72,5 mil/mês), seguro desemprego (margem 31,9%), banco digital QI×Celcoin + FIDC Hinov. Abas ainda vazias (é aqui que estamos atrás): cartão de crédito · taxa por renegociação · consórcio. Da Jornada, sem aba: prestamista/residencial, juros do pró-soluto, home equity, CDB. Abaixo, cada um dimensionado pela carteira real.

💳 Cartão de crédito — aba vazia · Jornada: 2T27, piloto SJC/Rio Preto
📍 base elegível pela régua A+: 4.209 contratos (não "15% da praça boa": 1.054 em SJC+SJRP + bolsões de Uberaba/JF)

Modelo: emissor via IP/BaaS + BIN sponsor (a QI Tech emite CCB e cartão; IP dispensada de autorização até os limites da Res. BCB 80/2021 ⚠️ confirmar volumetria). Receita = interchange ~1,1% do gasto ⚠️ (CIP/Abecs — confirmar) + juros de rotativo (teto de 100% do principal — Lei 14.690/2023 ✅).

Piloto: 1.000 cartões A+ ativos × R$ 900/mês de gasto ⚠️ × 1,1% interchange ≈ R$ 9,9 mil/mês
+ anuidade zero (âncora de adoção) + rotativo marginal
Sensibilidade: 2.000 cartões e R$ 1.200 de gasto → R$ 26,4 mil/mês.
Leitura honesta: cartão NÃO é a receita — é o hook de principalidade do app/banco.

Case ⚠️: o Inter nasceu da MRV (família Menin) como financeira imobiliária e virou banco de 30+ milhões de clientes — a rota construtora→banco tem precedente brasileiro de sucesso (confirmar números no RI do Inter). Falta (Jornada): IP + SCD · BIN sponsor · régua A+ como política de crédito (este estudo entrega a régua ✅).

🔄 Taxa por renegociação — aba vazia · Jornada: 4T26, "R$ 10–15 · 23,7% das baixas"
📍 alvo primário: C+D = 2.055 contratos · R$ 8,6 M vencido recuperável · secundário: E = R$ 32,9 M (qualquer % é upside)
Receita ano 1 = acordos × fee + recuperação × spread de encargos
  40.985 baixas em atraso no livro → régua digital em ~10,4% das baixas
  10.000 acordos/ano × R$ 12 = R$ 120 mil + recuperar 20% de C+D (R$ 1,7 M) com 5% de encargo ≈ R$ 86 mil
O prêmio real não é o fee: é parar a rolagem C→D→E e melhorar o lastro do FIDC.

Regulatório: encargos dentro do CDC art. 52 §1º ✅ (multa 2%) · cobrança sem constrangimento (CDC art. 71 ✅) · parecer CDC citado na Jornada segue pendente. Falta: régua do Flávio virar código + aba do quant-quali.

🏠 Consórcio white-label — aba vazia · Jornada: dez/26, 1ª receita recorrente · parceiro ÓRFÃO
📍 base quente: 5.396 adimplentes ativos + 10.709 quitados (2ª unidade / upgrade) = 16.105 CPFs com histórico ✅
Comissão WL ≈ 4–5% da carta ⚠️ (padrão de representação; confirmar na proposta do parceiro)
Adesão 2% da base quente (322 cotas) × carta R$ 80 mil ⚠️ × 4,5% ≈ R$ 1,2 M
Adesão 1% → R$ 0,6 M · adesão 5% → R$ 2,9 M

Regulatório: consórcio = Lei 11.795/2008 ✅, administradora autorizada pelo BCB; como white-label a INC atua na distribuição — sem risco de crédito nem capital regulatório. Case ⚠️: Ademicon/Embracon — taxa de administração total ~18–23% da carta ao longo do plano (confirmar ABAC); é por isso que a administradora paga bem pela originação. Falta (decisão órfã na Jornada): escolher o parceiro — sem isso dez/26 não existe.

🛡️ Prestamista + residencial — sem aba própria (o modelo do seguro desemprego ✅ já dá o molde)
📍 protege o fluxo: 9.208 ativos pagando R$ 3,6 M/mês · prioridade nas praças/empreendimentos de maior C/D/E
Régua da própria planilha (seguro desemprego): R$ 19,90/mês · margem 31,9% · lucro R$ 76/cliente ✅
Extrapolação: adesão 25% dos ativos (2.302 apólices) × R$ 19,90 ≈ R$ 46 mil/mês de prêmio
  → lucro na margem da planilha ≈ R$ 15 mil/mês ✅ fórmula, ⚠️ adesão
Efeito de 2ª ordem: sinistro pago = parcela em dia = menos rolagem C→D→E.

Regulatório: INC como estipulante/corretora WL — SUSEP; prestamista tem norma própria (Circ. SUSEP 667/2022 ⚠️ confirmar número) · opt-in separável do contrato (venda casada = CDC art. 39 ✅). Benchmark ⚠️: nos releases dos incumbentes, seguros crescem 2 dígitos sobre a base de crédito (Santander/Caixa Seguridade — confirmar no release citado na aba 🎯).

💰 Juros do pró-soluto — sem aba · Jornada: "cada 1% a.a. ≈ R$ 2,4M/ano" (base maior)
📍 na base: 62,2% das 472.797 parcelas a vencer NÃO têm juros contratuais ✅ (o livro também mostra o contrário: R$ 5,7 M de juros já recebidos onde existe cláusula)
Estoque a vencer sem juros ≈ R$ 130,1 M (share por nº de parcelas ✅, valor aproximado)
Cada 1% a.a. sobre esse estoque ≈ R$ 1,3 M/ano de margem financeira
Limite fora do SFN: Lei da Usura (Dec. 22.626/1933 ✅) trava não-financeiras em 12% a.a. —
é o argumento-síntese para a SCD (Res. CMN 4.656/2018 ✅) ou o FIDC: a MESMA carteira, dentro do SFN, pode precificar.

Falta: decisão comercial (novos contratos) + estrutura (SCD/FIDC) para o estoque via renegociação voluntária.

🏦 Home equity + CDB (etapa 8 da Jornada) — a base já existe e ninguém fala com ela
📍 10.709 contratos QUITADOS ✅ — cliente com imóvel pago e 5–8 anos de histórico de pagamento na mão da INC

Modelo CashMe (Cyrela) ⚠️: originação de home equity sobre imóvel quitado, ~R$ 5–6 mil de resultado por contrato (nota da Jornada). 1% de conversão da base quitada = 107 contratos × R$ 5,5 mil ≈ R$ 589 mil/ano. Pré-requisito: SCD + funding (FIDC). É o produto natural pós-quitação — hoje o cliente quitado simplesmente sai do radar.

📄 Boleto + PIX no app — ago/26 (habilitador transacional)
📍 volume real da carteira própria: ~9.075 parcelas/mês vencendo nos próximos 12 meses ✅

A Jornada cita ~10.900 boletos/mês (base maior, extrato unificado); só a carteira própria deste livro gera ~9.075/mês. Na tarifa da planilha banco digital ✅: boleto ponta a ponta R$ 1,55–1,80 + Pix R$ 0,22–0,30 por perna — custo mensal ~R$ 15 mil que hoje é pago à RED; internalizar é margem + dado de pagamento em casa (o insumo da régua A+).

Revisão crítica — o que é sólido e o que é hipótese

Sólido ✅

Todos os números de carteira desta aba saem do BASE REPORT jun/26 processado contrato a contrato (929.508 parcelas). A régua A+–E, os cortes por praça/safra/aging, o runway e as bases endereçáveis são reproduzíveis (script da 7). O "a vencer" por empreendimento bate com o dashboard vivo de cobrança ✅.

Limites do dado 🚫/⚠️

1) Este livro NÃO é o extrato unificado de R$ 3,97 bi — perímetro menor (carteira própria); não somar as duas bases. 2) "Vencido em aberto" ≠ perda: parte do crônico tem acordo/jurídico em curso não visível aqui. 3) A pontualidade ignora renegociações passadas (parcela renegociada nasce "em dia"). 4) Interchange, carta média de consórcio, adesões e o case CashMe são referências de mercado ⚠️ — confirmar antes de levar a comitê (Abecs, ABAC, RI do Inter/Cyrela). 5) Régua 95/80 é convenção da 7, não norma.

O que levar

1) A carteira tem um núcleo A+ de 4.209 contratos/R$ 111,3 M que sustenta cartão, consórcio e FIDC — e ele é jovem (pós-2022). 2) O vencido é majoritariamente estoque antigo: cobrança digital é sobre não deixar o fresco rolar, não sobre "resolver" o crônico. 3) Os 10.709 quitados são o ativo mais ignorado da tese (home equity/consórcio 2ª). 4) As 3 abas vazias do quant-quali (cartão, renegociação, consórcio) agora têm base endereçável e fórmula — dá para preencher o Quantitativo com número desta aba. 5) Produto por praça era a v1; produto por TIER é a v2 — a régua está pronta na base.

Glossário rápido

A+ / tierrégua interna da 7 (esta aba): classe de comportamento de pagamento do contrato — não é rating de agência
Agingidade do atraso: há quanto tempo a parcela vencida está sem pagamento (buckets A- a I- do relatório)
Pró-solutoparcelas que o cliente deve direto à incorporadora (fora do financiamento bancário)
Behaviour scorenota de crédito baseada no comportamento observado (histórico de pagamento), não em consulta a bureau
Vintage / safraanálise por ano de originação da venda — compara qualidade entre gerações de contratos
FIDCFundo de Investimento em Direitos Creditórios — veículo que compra recebíveis (Res. CVM 175/2022)
SCDSociedade de Crédito Direto — "fintech de crédito" autorizada pelo BCB (Res. CMN 4.656/2018), empresta capital próprio
IP / BaaSInstituição de Pagamento / Banking-as-a-Service — infraestrutura de conta, Pix e cartão por parceiro (QI Tech, Celcoin)
Interchangefatia da tarifa do lojista que fica com o emissor do cartão em cada compra
Prestamistaseguro que paga as parcelas do financiamento se o cliente morre, se invalida ou perde o emprego
Runwayaqui: fluxo futuro das parcelas a vencer, ano a ano — o "prazo de vida" do recebível
Rolagemmigração do atraso entre buckets (30→90→365 dias) — a métrica que a cobrança digital tem de travar
Dashboard offline · duplo clique abre em qualquer navegador · números com origem no release/DF do período (badge 🟢) · derivações da 7 marcadas 🔵